quinta-feira, 25 de março de 2010

NAUFRÁGIO DO RIO APA


No dia 11 de julho de 1887 ocorreu uma terrível tempestade no litoral do Rio Grande do Sul, mais precisamente nas proximidades de Bojurú e Rio Grande. Procedente do Rio de Janeiro com destino a Montevidéo, o paquete brasileiro RIO APA, luxuoso navio de passageiros (para os padrões da época), não resistiu a violenta tempestade que atingiu nosso litoral naquele fatídico dia. No dia anterior ao naufrágio (um domingo) ele foi avistado passando pelo povoado de Mostardas rumando para o sul, foi comunicado para Rio Grande sua passagem, como a bordo haviam passageiros originários de Rio Grande, Pelotas, Porto Alegre e outras cidades gauchas, o navio faria uma escala em nosso porto para o desembarque dos mesmos, um grande numero de pessoas se dirigiu para a desembocadura da Lagoa dos Patos próximo a praia do Cassino ( na época não existiam os molhes da barra) para verem a chegada do navio na manhã daquele 11 de julho, uma segunda-feira, porem ele não apareceu! Naquela madrugada fatídica o RIO APA enfrentou a maior tempestade do final do século XIX registrada pelos meteorologistas e observadores do tempo daquela época. Segundo pescadores e moradores próximos a Bojurú e São Jose do Norte, os ventos na madrugada daquele dia eram quase ¨ciclônicos¨ e ondas que ultrapassavam os seis metros. O navio não resistiu a força da natureza e sucumbiu entre as ondas gigantes que o atacaram. A comoção foi muito forte nas elites brasileiras da época, não houve sobreviventes na tragédia, o numero exato de vitimas é ainda um mistério pois quando saiu do Rio de Janeiro foram registradas 160 pessôas entre tripulantes e passageiros, porem o navio fez escala nos portos de Santos, Paranagua e Itajai para desembarque de passageiros, mas calcula-se que deveriam ter a bordo na hora do naufrágio cerca de 126 indivíduos. Uma semana após o naufrágio, corpos começaram a chegar na praia, a maioria deles quando foram recolhidos pelas autoridades locais, estavam mutilados sem os dedos e muitos até com as mãos decepadas, provavelmente pela ação de vandalos e ladrões para roubarem anéis e jóias em geral. Foi a partir desta data que foi criado no Brasil uma rede de estações meteorológicas interligadas por telégrafo e operadas por oficiais e observadores voluntários do tempo. O temporal que afundou o RIO APA era chamado pelo caracteristico nome de ¨Carpinteiros¨ eram os de SE difíceis de serem interceptados devido a ausência de ilhas em que se pudessem organizar estações de observação meteorológicas naquela época.

quarta-feira, 17 de março de 2010

INCÊNDIO NA MARIA ARAÚJO



Hoje pela manhã as 0945hrs no Cassino o proprietário de uma casa na rua Maria Araujo, ao lado do NEMA (Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental) estava fazendo uma solda em seu buggy dentro da garagem quando ao aproximar o maçarico da tubulação de gasolina do veículo, iniciou um incêndio. os bombeiros foram acionados e chegaram em menos e 5 minutos combateram o fogo evitando que o mesmo se alatrasse para o resto da casa, danificando somente a garagem a churrasqueira e carbonizando totalmente o veículo de fibra, os danos felizmente foram só materiais.

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terça-feira, 9 de março de 2010

MAÇARICO-PRETO



Tambem conhecido como Caraúna (Plegadis chihi) ave migratória natural dos banhados Sul-americanos, tambem são conhecidos como maçarico-preto, tapicuru e ibis-negra. Vivem em bandos de 40 a 60 indivíduos, alimentam-se de crustáceos e pequenos peixes, nas praias do sul do Brasil.